" À medida que a rapariga vai crescendo, as suas actividades vão-se tornando mais limitadas. Os actos mais inocentes são-lhe proibidos por não ter idade para isso. Às vezes sente que está a ser catapultada para um mundo vergonhoso, que é o de se ser mulher, e resiste desesperadamente, ao ponto de retroceder ao comportamente infantil e destrutivo. Ela pode então tornar-se muito sisuda e desajeitada, muito antes que isso se possa justificar pela puberdade. A maioria das mudanças que se pensa estar intrinsecamente ligadas à puberdade estão na verdade ligadas aos últimos esforços da rapariga para manter a sua energia."
- Germaine Greer, "A mulher eunuco"
27.5.09
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